De Coimbra ao Rio de Janeiro: Os violeiros da família Couceiro e sua participação nas exposições regionais e internacionais

  • Marcia Ermelindo Taborda Escola de Música da Universidade Federal do Rio de Janeiro

Resumo

Os emigrantes portugueses que se transferiram para o Brasil trouxeram tradições e hábitos de vida. Durante todo o século XIX polvilharam nas ruas do centro do Rio as chamadas oficinas de violeiros, criadas por artesãos portugueses. Alguns desses fabricantes foram responsáveis pelo estabelecimento das lojas de música, dentre os quais o conimbricense João dos Santos Couceiro fundador da “Rabeca de Ouro”, que chegou à cidade em 1871. Durante toda a sua vida profissional Couceiro participou de mostras nacionais e internacionais, aspectos destacados neste texto.

 

http://dx.doi.org/10.14195/2182-7974_29_5

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Biografia do Autor

Marcia Ermelindo Taborda, Escola de Música da Universidade Federal do Rio de Janeiro
Doutora em História Social pela UFRJ.Pesquisadora Residente da Fundação Biblioteca Nacional (2016) está desenvolvendo o projeto Da viola à viola grande: a música no texto dos artistas-viajantes. Com fomento da CAPES realizou  pós-doutoramento vinculado à Universidade Nova de Lisboa (2015), com  pesquisa  sobre A tradição portuguesa da violaria carioca. Professora adjunto da Escola de Música da Universidade Federal do Rio de Janeiro, Coordena o Núcleo de Estudos do Violão - UFRJ cuja infraestrutura foi constituída  com fomento da FAPERJ.
Publicado
2016-07-25
Como Citar
TABORDA, Marcia Ermelindo. De Coimbra ao Rio de Janeiro: Os violeiros da família Couceiro e sua participação nas exposições regionais e internacionais. Boletim do Arquivo da Universidade de Coimbra, [S.l.], v. 29, p. 291-321, jul. 2016. ISSN 2182-7974. Disponível em: <http://impactum-journals.uc.pt/boletimauc/article/view/2699>. Acesso em: 13 dez. 2017.
Secção
Estudos

Palavras-chave

Emigração portuguesa; viola; Rio de Janeiro